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Dezembro 24, 2006

Posted by helio in Uncategorized.
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Em Busca do Tempo Perdido Dezembro 17, 2006

Posted by helio in Uncategorized.
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Ou “In Search of Lost Time”…

Fui ler Proust em inglês. Babei. Boiei. Desisti. Por quê?

Porque é final de ano e eu quero ser fútil, besta, leve… ler é bom, necessário. Mas encarar a vida com pouca seriedade também. E nada de procurar esse tempo perdido depois, que tempo perdido é tempo que se perde querendo saber se quem veio primeiro foi o ovo ou a galinha (é óbvio que foi a galinha…)

Então me deixa ser feliz,

Viva o computador da Moema que tira fotos engraçadaaaaas!!!

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Fala que eu não tô uma graça nessa última aí, hehehe!

Viva o papel higiênico que gruda no sapato da gente na balada!!!

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Fala que eu não tô uma graça nessa última aí também? hehehe!

E VIVA O BOTOX QUE VEIO ME VISITAR!!! VIVAAA!!!

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Que consigamos rir de nossos pequenos desastres cotidianos… sejamos felizes, que amanhã tá muito longe!

FELIZ NATAL PRA TODO MUNDO!!!

Stars Shining Bright Above You Dezembro 2, 2006

Posted by helio in Uncategorized.
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Eu comecei a escrever um texto que não ia para lugar nenhum. Acabei de apagar tudo e agora estou escrevendo sobre essa experiência que provavelmente não vai me levar a lugar nenhum também. Coisa chata isso. Quando você está cheio de coisas e elas não saem em palavras, voz, gestos, desenhos, movimentos. Fica encruada em você. Pra tirar isso de dentro, talvez só uma injeção de tempo. Ou talvez manifestar mentiras. Acreditar no que poderia ter acontecido, mas não aconteceu. Pensar nas consequencias e razões. Em como tudo se tornou o que se tornou. Aí o mundo da verdade, de verdade, fica menos interessante e a gente embarca em nosso universo particular de verdades que não são de todo confortantes. Porque você ainda está impregnado de vida. Porque a vida, ao contrário do que imaginamos para que consigamos dormir à noite, também não leva a lugar algum. Sonhos, sonhos… realidade captada pelas minhas retinas e interpretadas pela minha cabeça, pés e coração. Exite a minha, existe a sua, existe a dos outros. Pensar em verdade depois disso tudo é como pensar que Papai Noel existe. Um brinde à abstração, tranquilidade e paz de espírito que nos tomam de vez em quando, quando tudo o que precisamos é de um não-lugar onde a existência não passe de um pulsar contínuo e tranquilo.